segunda-feira, 4 de julho de 2016

Ataque fascista contra o PT é reflexo de narrativa do ódio construída pela mídia e judiciário, denunciam parlamentares

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Na madrugada da última quinta-feira (30), o Partido dos Trabalhadores - que surgiu da necessidade de milhões de brasileiros de intervir na vida política do país para transformá-la com justiça social – sofreu ataque de vandalismo. A fachada da sede do partido, em São Paulo, foi toda destruída a golpes de picareta. O autor da barbárie, Emilson Chaves da Silva, 38 anos foi preso em flagrante pela 8º DP da capital paulista, mas liberado, imediatamente, sem sofrer nenhuma sanção pelo ato de depredação de patrimônio. Nas redes sociais, o vândalo disse que voltará a atacar o Partido dos Trabalhadores.

Para os vice-presidentes do PT, deputados Paulo Teixeira (PT-SP), José Guimarães (PT-CE) e Carlos Zarattini (PT-SP), este último vice-líder da Minoria na Câmara, toda essa violência que o PT vem sofrendo faz parte da cultura do ódio construída por setores da oposição, da mídia e do judiciário brasileiro.

“Esse ataque é reflexo da narrativa de setores da justiça que criminaliza o PT. É reflexo de campanha sistemática da mídia que destila o ódio contra o PT. Isso vai gerando violência política que, no Brasil, há muito tempo não se via”, lamentou Paulo Teixeira.

De acordo com José Guimarães, a forma desumana e a truculência com que parte da imprensa tem tratado o PT, incentivam essas ações violentas praticadas contra o partido. “É uma ação fascista que tem a colaboração daqueles que pregam o ódio e a violência como método para querer cassar a democracia”, denunciou Guimarães.

Para ele, essas ações fazem parte da agenda que os golpistas liderados pelo PMDB-PSDB tentam implementar como tentativa de impedir o crescimento do PT e tirar o partido da disputa de 2018.

“Nós do PT temos que reagir à altura, tripudiando e mobilizando a esquerda nacional, entidades do campo democrático para derrotarmos os fascistas pregadores do ódio, que querem acabar com a democracia através do golpe parlamentar”, afirmou José Guimarães.

O deputado Carlos Zarattini, que se pronunciou sobre o episódio em suas páginas nas redes sociais, também repudiou a cultura do ódio que tem dominado o país, da qual o PT tem sido a maior vítima. “O PT foi atacado. Mais um ataque fascista contra o nosso partido – estimulado pela campanha de ódio movida por setores do judiciário e da mídia golpista”, repudiou.

“Na verdade, eles querem impedir que o PT continue trabalhando pelo povo brasileiro. Tentam impedir que a gente possa colocar de pé um projeto nacional de desenvolvimento e distribuição de renda. Vamos continuar lutando. Não vão nos atemorizar. O PT vai continuar”, avisou Zarattini.

Benildes Rodrigues

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